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Covid-19: ES não vai exigir vacinação para matrícula de crianças em 2022


Segundo o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, ainda não há previsão para que a vacina seja essencial nas matrículas

14.01.2022

Foto: Folha Vitória

As primeiras doses das vacinas para as crianças de 5 a 11 anos chegam nesta sexta-feira (14) ao Espírito Santo. Prestes a iniciar um novo ano letivo, as escolas não devem exigir a vacinação contra a covid-19 para efetuarem a matrícula.

A Carteira de Vacinação é um dos documentos exigidos nas escolas públicas. No entanto, segundo o governador Renato Casagrande, ainda não há previsão para que a nova vacina seja essencial nas matrículas.

 "As matrículas já estão acontecendo, mas ainda não temos definição que vai ser obrigação. Hoje não tem, de nossa parte, a exigência para a vacina da covid-19. Na legislação federal ainda não consta a vacina contra a covid e teria que acrescentar ela antes, por um decreto", afirmou.

Segundo o governador, mesmo sem a exigência para as matrículas, o Estado fará uma forte campanha para conscientizar pais e responsáveis sobre a importância da imunização de crianças contra a covid-19.

Saiba quem vai ser vacinado primeiro

lista prioritária para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos foi definida pela Secretaria de Saúde do Espírito Santo (Sesa), conforme publicação no Diário Oficial desta sexta-feira (14). Um dos critérios será a idade.

Serão vacinados, prioritariamente, os seguintes grupos:

1) Indígenas e Quilombolas (5 a 11 anos);
2) Crianças com deficiências permanentes;
3) Crianças com comorbidades com Laudo Médico (ver lista abaixo);
4) Crianças com 11 anos.

A vacinação em crianças será administrada com a Pfizer de uso pediátrico, diferente das doses aplicadas na população acima dos 12 anos. O imunizante contra a covid-19 não deverá ser aplicada com outras vacinas do calendário infantil. A recomendação é que tenha um prazo de 15 dias.

As crianças que completarem 12 anos entre a primeira e a segunda dose, devem permanecer com a dose pediátrica da vacina Pfizer. O intervalo entre a primeira e segunda dose para este público deverá ser de 8 semanas, considerando que estudos em adultos demonstraram haver uma melhor resposta imunológica, com maiores títulos de anticorpos neutralizantes, em intervalos superiores a três semanas.

Os profissionais de saúde, antes da aplicação da vacina, devem informar ao responsável que acompanha a criança que se trata da vacina contra a covid-19 em frasco na cor laranja, os principais sintomas e reações esperados após a vacinação, bem como seja mostrada a seringa a ser utilizada (1 mL) e o volume a ser aplicado (0,2mL).

Confira a fonte original do Folha Vitoria, clicando aqui.

 

 

 

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