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Santa Casa repudia médico após críticas


O médico anunciou que irá à Câmara Municipal para falar sobre o assunto

02.04.2019

- Divulgação

O médico Roberto Bastos é o pivô de uma polêmica com a Santa Casa Cachoeiro. O hospital centenário, no início deste ano, encerrou o atendimento de maternidade feito pelo Sistema único de Saúde, que, agora, é de incumbência do Hospital Infantil Francisco de Assis (Hifa). O fechamento da maternidade, no entanto, provocou a ira do ginecologista, que operava suas pacientes no hospital católico e tem usado as redes sociais para criticar e levantar suspeitas sobre a decisão.

Bastos afirma que não consegue exercer sua profissão no hospital porque "o atual superintendente decidiu que a Santa Casa não deveria atender mais as mulheres e que as grávidas do Sistema Único de Saúde (SUS) não seriam mais atendidas". Bastos anunciou que hoje irá à Câmara Municipal para falar sobre o assunto.

O hospital reagiu. Emitiu nota de repúdio ao médico e de esclarecimento ao público que não procede a informação de que a maternidade foi fechada porque não dava lucro. "Todos os ataques levianos, mentirosos e sem qualquer tipo de fundamento feitos contra o hospital serão analisados para que medidas cabíveis sejam tomadas contra seus autores e aqueles que compartilham inverdades pelas redes sociais."


Atualmente o espaço continua sendo utilizado como maternidade para serviços do particular e convênios. São duas salas para partos normais e o centro cirúrgico para partos cesáreos, ambos equipados com aparelhos modernos. Já as enfermarias que antes eram ocupadas pelas gestantes, agora são destinadas a outros pacientes de serviços SUS.

"Somos um hospital filantrópico. Prestamos serviços para o Governo do Estado, que optou por referenciar o serviço para outra instituição. Reforçamos que as mulheres nunca deixaram e nunca deixarão de ser atendidas. Nos últimos três anos, o hospital atendeu 10.500 mulheres para procedimentos diversos. Destes, 6.000 foram ginecológicos e obstétricos. Não procede também que grávidas assistidas pelo SUS vão ficar sem atendimento em Cachoeiro de Itapemirim. Atualmente, o Hospital Materno Infantil já está em pleno funcionamento, oferecendo acolhimento tanto para a mãe quanto para a criança, atendendo na sua totalidade a demanda que antes era da Santa Casa".

O hospital manifesta repúdio "a atitude de pessoas que querem usar a Santa Casa de Misericórdia como trampolim para seus interesses pessoais".  A nota segue lembrando que a instituição tem mais de cem anos "e oferece serviços de qualidade, 24 horas por dia, atendendo a urgência e emergência de 27 municípios do sul do Estado".

"A Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro reforça seu compromisso com a verdade e a transparência. Nossos relatórios com informações financeiras são aprovados por auditores independentes e estão disponíveis no site para serem consultados por qualquer cidadão. Lembra também que sua prestação de contas sobre aplicação dos recursos públicos foi validada pelo Ministério da Transparência. Por fim, pede a ajuda da sociedade organizada para combater a propagação de mensagens infundadas divulgadas apenas com o intuito de nos desestabilizar. A Santa Casa é nossa. É de toda a população! Vamos seguir em frente!"


Confira a fonte original do Jornal Fato, clicando aqui.

 

 

 

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